Pesquisar neste blog

domingo, 22 de maio de 2011

8 Aprendendo com os erros

  

A sensação de ser novo em um lugar é muito ruim, quanto mais num que você não pode errar e, se errar, é porque você é novo e não conhece. Esta sensação que te persegue por um bom tempo, enquanto o seu cérebro se acostuma com todas aquelas novas ferramentas de trabalho.

Na minha situação é diferente um pouco, pois as ferramentas são computadores e isso eu domino rápido. Mas agora é que vem a grande mágica: "o público". Saber lidar com pessoas é uma arte que exige principalmente persuasão, postura e carisma, o que não domino muito bem. Mas devagarinho vou aprendendo com os meus erros, quase que diários. 

Engraçado que os erros me forçam a não errar mais. Aliado com uma capacidade que recentemente descobri, que é aprender rápido a mecânica das coisas - talvez por causa do meu forte senso de observação - as coisas se tornam um pouco fáceis. Mas não deixando de ter suas dificuldades, considerando o nível de cada pessoa.

Mesmo isso tudo ocorrendo, no final eu sinto ser a mesma pessoa, só que ocupada com afazeres o dia todo. Eu estou começando a acreditar em predestinação, porque as coisas acontecem comigo, como se os acontecimentos me guiassem ao caminho certo. Ainda que erre a estrada, o caminho até o fim é o mesmo.
                                                                                 HISOKA

sábado, 21 de maio de 2011

4 O Primeiro Selo do Blog

É muito gratificante para nós dizer que nosso blog já foi reconhecido com um Selo.
Agradecemos sinceramente a indicação, que foi feita pela pela Bruna do blog Relicário http://algunspensamentos-bruna.blogspot.com/




1- Exibir imagem do blog
2-Postar o link de quem te indicou.
3- Postar as regras
4-Indicar 10 blogs e avisar aos indicados



Os Indicados:

2.) J. Sampaio do Entaosoupoesia
3.) Mônica Costa do Sobre Umas Cores
4.) Amanda e Elidiane do Literatura Entre Amigas
5.) Sebastião Soares OBRA XXI
6.) Assiz Andrades do O Avesso Do Espelho
7.) Thyallen Oliveira do Aprendiz de Mãe
8.) Maroka Almeida do Novidades da Maroka
10.) Blog do Charque Blog do Charque

Obrigado a todos que gostam do que escrevemos.
Fazemos isso por prazer.


quinta-feira, 19 de maio de 2011

8 Pseudônimo


Apenas para disfarçar o ego
E ludibriar a vaidade

Hoje um nome
Amanhã outro
Mas a pena e o tinteiro são os mesmos

A ideia na cabeça
O papel nas mãos
E a glória no olhar

Glória esta que, ele sabe, não chegará
Porém é isso que lhe mantém os pés no chão
Ciente de sua fraqueza

Mas nem por isso deixando de sonhar.

Angelus.

terça-feira, 17 de maio de 2011

7 ... ainda que piegas?



Quando agente gosta é claro que a gente cuida, fala que me ama... aonde está você agora?”
Sim, em tempos modernos e com hábitos e valores subvertidos, existe amor. Tempos em que se diz ser arcaico uma mulher casar virgem, mas que ainda prevalece o machismo pelo qual a mulher deve cuidar da casa, saber cozinhar, estar sempre linda e maravilhosa, entender lhufas sobre futebol, carro e não dirigir. Interessantemente que, após um grande comercial sobre casamentos, se falou sobre as embalagens e não da essência de uma família.
Antigamente, moças eram virginais e comedidas, educadas às prendas domesticas, e aprendiam que havia dois mandamentos. A saber, o 1º “Amaras ao Senhor teu Deus”, e o 2º: “Adoraras ao senhor teu marido, e dedicada serás a ele e aos filhos”. Casavam no máximo aos 24, e de preferência com os doutos, afinal bom partido tinha bens, alguma nobreza e, normalmente, um falso titulo de doutor. Digo isso pelo fato de que sempre quem é doutor é quem fez doutorado. E elas, quando sabiam, e sabiam muito, era ler e escrever e os rudimentos matemáticos.
Hoje, moças não casam, se ajuntam, ou melhor, vivem em união estável como diz a lei. As moças que, quando aos 20 ainda são virgens, sãoobjeto’ de estudo, e normalmente é o que fazem, estudam. Os moços, bem, demoram a, ou não se dedicam a uma formação profissional especializada. Ao que parece, hoje, as mulheres devem ser como as do inicio do século passado, prendadas, seguidoras do 2º mandamento e com um plus que vem a ser, com formação, ganhando rios de dinheiro, e sendo a mulher.
Houve uma grande transformação nesses 100 anos que se passaram. Mais ainda sim e hoje a pergunta, talvez piegas, permanece: e o amor? era “Camões estava lúcido?? Se não, ainda sim, quero viver esse devaneio”, hoje é “Contos de fadas não existem, mas quero encontrar um príncipe (de preferência loiro, de olhos azuis, 1,90 m, de corpo atlético) num cavalo branco”.
“É claro que agente cuida”. Longe estou do curso da psicologia, mas digo que amor que é amor, é um sentimento informe. Não importa o tipo, pode ser: de amigos, de namorados, de irmãos, de pai e filho; em todos eles existe a marca “é claro que agente cuida”. E é pelo cuidado que surge o tal ciúme. Alias, sentimento, outro, bem conhecido dos filhos únicos, caçulas e criados por avós.
Digo sim, que, ontem, hoje e amanha, todos buscavam ou buscam ou buscarão pelo amor. Amor de alma é forte, intenso, imensurável, indissolúvel, e transpõe qualquer obstáculo. É zeloso, cuidadoso e por mais paradoxal que pareça não é ciumento ou possessivo, pelo contrario, é libertador, o melhor remédio, cura tudo, desde as mais profundas magoas, até joelho contundido! Por ser o mais nobre sentimento não trai.
Mas como sou uma pessoa moderna e muito mais do que esta geração expressa, digo que amar é ser absolutamente interesseiro e racional. Não escolher o príncipe ou a princesa pela embalagem, afinal hormônios acabam e o oxigênio oxida a pele que hoje é lisa e amanha está enrugada. Escolha, procure, talvez não seja de 1ª nem de 2ª, mas procure até encontrar aquela pessoa que tem condições de te dar tudo o que você precisa, que é tudo e tem toda as características que você sempre sonhou. Não se iluda com as aparências!
É na hora da decisão, ou a hora que deixamos passar, que traçamos o nosso destino. Não corra o risco de se prender, por acidentes, com quem você sabe que não vai fechar aquela parceria toda. Porque olhando para frente, valoroso é uma família cuja base é insolúvel e não porque o padre disse, mas porque o tal par se encaixa, se completa, e depois que isso acontece ocorre algo fantástico. Os dois fazem o que for necessário para sempre ser do outro (a) e tê-lo (a), e isso na mais harmônica concomitância, fortificando cada vez mais a relação. Feliz é quem acha esse tesouro. Então, como disse uma vez meu avô à minha avó “seja como as crianças que sabem o que querem e são felizes”.

A g n e s

segunda-feira, 16 de maio de 2011

4 Desafio Literário



Vou responder ao desafio proposto pela Luiza, do blog O Cotidiano de Cada Dia,  (http://ocotidianodecadadia.blogspot.com), que me indicou.
Então, mãos à obra!

#Desafio Literário#

  1. Existe um livro que você leria e releria várias vezes?
A minha preferência de gênero literário são os romances policias e aqueles que vêm impregnados de mistério. Nada supera a emoção da descoberta na primeira vez que você lê. Eu precisaria me esquecer do desfecho (o que, confesso, é bem difícil) para reler. Mas eu já reli alguns depois de um bom tempo. Por exemplo, Anjos e Demônios do Dan Brown e O Segredo de Chimneys da Agatha Cristie. Mesmo eu me recordando do que aconteceria, ao longo da trama as peças iam se encaixando e tudo fazia sentido.
Mas se existe um livro que eu lerias várias vezes mesmo, esse livro seria A Menina Que Roubava Livros do Markus Zusak. É um turbilhão de emoções tão encantadoras e assustadoras que não se torna cansativo. Além, é claro, de ser a única forma de estar ao lado da Morte ainda vivo.


      2.  Existe um livro que você começou a ler, parou, recomeçou, tentou e tentou, mas nunca conseguiu ler até o final?

Sim. É O Ateneu de Raul Pompéia. Admito que acho esse livro muito ruim. Já tentei lê-lo umas três vezes e não consegui. É uma leitura difícil, lenta. Na primeira vez que tentei, meu vocabulário não era vasto (não que agora seja grande coisa...) e tinha que interromper a leitura várias vezes e consultar o dicionário, o que é um hábito meu quando não conheço uma palavra. Depois de um tempo tentei de novo e não consegui, mas dessa vez devido a própria trama. 
Mas, agora, essa pergunta me fez lembrar dele... Que sabe eu não consiga numa próxima, não é?

      3.   Se você escolhesse um livro para ler para o resto da sua vida, qual seria ele?

Realmente essa é uma pergunta difícil. Acho que eu leria A Menina Que Roubava Livros, pelos motivos que já disse antes. Mas esse é só o meu segundo livro favorito. O primeiro é um do mesmo autor: Eu Sou o Mensageiro. Tenho vontade de ler esse livro de novo, mas tem algo que me impede. Quando o li, me envolvi de uma forma inexplicável com os personagens e com a trama em si. Tenho certo receio de que na segunda vez esse encantamento se desfaça, porque isso já aconteceu com outras coisas. 

      4.  Que livro você gostaria de ter lido, mas que, por algum motivo, nunca leu?

Não sei ao certo. Já houve alguns livros que tive vontade de ler, mas a vontade passou simplesmente porque outros livros foram aparecendo em seu lugar. Agora, eu criei uma lista de espera, que, por sinal, já está bem grandinha. Um livro que pensei várias vezes em ler e ainda não o fiz é O Pequeno Príncipe. E acho que vai demorar... Existem outros na frente...

      5.  Qual livro que você leu cuja "cena final" você jamais conseguiu esquecer?


 Bem... agora preciso parar para pensar...  não é exatamente a cena final do livro, mas o clímax. É uma cena em Ponto de Impacto do Dan Brown. É um cenário tão grandioso e audacioso, mas ao mesmo tempo plausível, que mostra como esse cara é criativo. Nesse momento da história não tem falas. Porém, visualmente, é fantástico. Envolve tubarões assassinos, um redemoinho gigantesco, um navio no meio disso tudo, sem contar o helicóptero...  É verdade que parece coisa de filme, mas imaginar isso tudo na sua mente é fascinante.

      6.  Você tinha o hábito de ler quando criança? Se lia, qual tipo de leitura?

Comecei a gostar de ler quando eu tinha uns 11 anos, ao ganhar de presente meu primeiro livro com mais de 300 páginas: O Homem Que Calculava. Aquilo foi uma novidade para mim, porque nunca tinha ganhado um livro antes. É bem verdade que demorei bastante para ler tudo, mas consegui. A partir daí, peguei gosto pela leitura. No começo eu era apenas presenteado por uma senhora muito sábia, que havia me dado também o primeiro livro. Todos eram relatos de ficção, então ganhei predileção por esse gênero. Até que eu mesmo passei a escolher livros para ler.

      7.  Qual o livro que você achou chato, mas ainda assim o leu até o final?

O Zahir  do Paulo Coelho. Se eu conhecesse o estilo literário dele, não teria lido. Mas eu gosto de terminar o que começo e então fui até o final. (tirando O Ateneu...)

      8.  Indique alguns dos seus livros favoritos

1º) Eu Sou o Mensageiro (Markus Zusak)
2º) A Menina Que Roubava Livros (Markus Zusak)
3º) Anjos e Demônios (Dan Brown)
4º) A Sombra do Vento (Carlos Ruiz Zafón)
5º) O Homem Que Calculava (Malba Tahan)

      9.  Qual livro você está lendo no momento?

No momento eu estou lendo A Batalha do Apocalipse. É um pouco fantasioso; quero dizer, MUITO fantasioso. Mas esse livro tem o charme dos romances épicos misturado com o contexto atual, relembrando aquelas histórias com um herói fantástico.

      10.  Indique cinco blogueiros para o Desafio Literário

* Mõnica Costa do Sobre umas Cores
*Victor do As Crônicas De Von Serran
*Francisco Libâno do Poesias Em Dia
*Assiz Andrades do Avesso do Espelho
*J. Sampaio do Então sou Poesia  

Então é isso! Termina aqui o Desafio Literário.
Muito obrigado Luiza pela indicação. Concorco totalmente quando você diz que Literatura é um ótimo assunto.

Até a próxima! 

Angelus. 

sábado, 14 de maio de 2011

6 Aeromoça

     

     Ultimamente, ele passou a olhar mais para o céu.
     A cada avião que surgia, seu coração acelerava, ansiando por voar ao seu encontro.
     Será que ela está lá?, pensava.
     Imaginava-a em seu belo uniforme. O sorriso lindo a lhe iluminar a face.
     Isso o alegrava e entristecia.
     Ela alçara voo.
     Sem paradeiro.
     Ele permaneceu aqui.
     Entretanto, sentia-se motivado.
     A cada viagem, ela acumulava uma experiência nova na bagagem. Por isso, enquanto sua amada desbravava os céus, ele, em terra firme, também seguiria em frente.
     Conquistaria suas próprias experiências, venceria suas próprias lutas. Assim, teria o que compartilhar ao seu regresso.
     Mas enquanto este dia não chegava, sempre que podia, ele parava e vislumbrava o firmamento...
     Simplesmente olhando as nuvens.

Angelus.

domingo, 8 de maio de 2011

7 Sentimentos Confusos



Após alguns anos sem saber o que é se apaixonar ou mesmo amar, todos algum dia experimentam esses sentimentos mesmo que confusos. Durante anos venho fugindo disso , pensando que isso só acontecera em novelas ou filmes não na vida real, engraçado que quando acontece é as mil maravilhas você fica todo "abobado" não liga pra mais nada a não ser se entregar ao sentimento forte, que aflige os seus pensamentos mais escondidos.

E esse tipo de sentimento é as vezes uma espécie de resfriado, o chamamos de paixão, por ser um resfriado ele é passageiro, mas incurável , e você o pega de tempos em tempos uns mais fortes outros mais fracos.Mesmo que ele seja passageiro acontece de você nunca esquecer uma grande paixão, que nem sempre é correspondido o que faz dele uma grande decepção e mesmo diante disso você não consegue esquece-lo de jeito nenhum.

Comigo aconteceu assim, houve uma paixão não correspondida que só cresceu e cresceu, mas o tempo cuidou disso, fazendo com que ele desaparece-se. Outra não correspondida também, mas sabendo que ela não ia me receber da mesma maneira pela sua boca, mais conhecida como amizade colorida, eu vivenciei isso pela 1ª e última vez, porque não gostei de fazer o meu coração só se encher de fantasias e não de realidades, perdi o famoso BV ( é muito estranho beijar de língua rsrs), fazer o que! na vida temos que experimentar de tudo né, essa foi uma verdadeira paixão de adolescente tardia, infelizmente, porque não aproveitei todo o seu potencial.

A experiencia de estar apaixonado é muito boa e viciante mesmo que dure pouco.

                                                                                                                        HISOKA.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

5 Os limites da “democracia racial”

    

      Pode-se entender democracia racial como o direito de ir e vir e de se expressar livremente, independentemente da cor. Entretanto, esse conceito é limitado pelo status social de cada indivíduo, que determina até onde o cidadão pode transitar ou o alcance das suas palavras.
    Observando os diversos ambientes e cenários da sociedade, constatamos que não há nenhuma proibição quanto o ingresso de pessoas devido a sua cor. O que se subentende é que, de acordo com o poder aquisitivo do cidadão, seja ele negro ou branco, ele tem o direito de frequentar festas de alto nível ou limitar-se a permanecer na favela.
     Inclusive a veemência das palavras proferidas por cada um de nós tem de passar pelas camadas sociais. Um negro, pobre, que reclama da negligência dos governantes perante os mais necessitados, não passa de um número entre os milhões de brasileiros. Já esse mesmo negro, se fosse abastado, seria visto por grande parte da população como um homem de ideais nobres.
     O termo “democracia racial” deve ser banido. Primeiro, porque, cientificamente falando, a concepção de raça não existe. Segundo, a “raça” não tem o menor peso na questão.
     Portanto, esse pensamento democrático, levando em consideração a cor do indivíduo é um mito, visto que tudo se resume a quanto você possui financeiramente.

Angelus.