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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

16 Sintonizando

Ela é invisível ao tato
Mas tangível em sonhos
Os caprichos da Distância não nos afastaram
Estamos ligados

Conectados por um fio mágico de amor
Apenas uma palavra sincera
Apenas um carinho espontâneo
E pronto!

Estávamos amarrados
Não preciso vê-la para decifrar-lhe os sentimentos
Conheço a entonação de cada vírgula
Cada suspiro numa pausa

Foi destino?
Acaso?
Escolha?
Já desisti de tentar entender o porquê

Não importa
Só sentir já me basta
Ela, um predicado lindo
Eu, um simples sujeito
Angelus.



Ele, dono de palavras doces
Mistura de poesia
Verdade e simplicidade
Bem que a vida trouxe de presente

Numa sintonia singular
Assim estamos
Unidos num sentimento singelo
Partilhando os mesmos sonhos

Desfazendo quilômetros com laços de afeição
Com respingos de amor
Com cumplicidade
Liberdade e proteção

Cada letra um aconchego
Tradução da alma
Doçura amiga
Estamos ligados

Hoje o coração fez parceria com o tempo
Num entrelaço de gente
Ele, o colorido certo
Eu, a distraída cor
Wanderly Frota


De uma ideia de escrevermos juntos esta postagem simultênea em nossos blogs, surgiu esta demonstração de afeto que me comoveu. Agradeço de todo o meu coração a Wanderly Frota , do lindo Distracting Pages, por suas palavras de carinho.
Distância nenhuma no mundo, estraga o que há entre nós.
Muito obrigado, minha querida! Já tenho a motivação que preciso para escrever sempre!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

11 Reset


     

     Seria tão bom se existisse um botão desses, que reiniciasse o nosso dia, o nosso ano ou, quem sabe, a nossa própria vida, num simples apertar...

     Bati com o carro. Tive o maior prejuízo e...
     Reset!
     Aí eu sairia de carro novamente, me estressaria novamente e, mais cedo ou mais tarde, colidiriam comigo! Novamente...

     Ou então, fui mal na prova. Não estudei o bastante...
     Reset!
     Ufa! Seriam mais horas de estudo, mais ansiedade antes da prova, mais nervosismo. E, talvez, outra nota ruim...

     Ah, mas mesmo assim esse botão seria o máximo!
     Aquele amigo que me decepcionou, que desejo apagar da minha memória, que gostaria de nunca ter conhecido. Aí sim...
     Reset!
     Depois faria novos amigos. Me envolveria... Viriam novas decepções e...

     Bom, já que é assim, sei de uma função útil para este botão:
     Aquela menina que me disse “não”, aquela com quem tinha feito planos e mais planos e, na hora decisiva, ela deu um passo atrás... Sem dúvidas...
     RESET!
     Enfim uma utilidade!
     Partiria para outra, sem nunca ter sabido o que era aquele gosto amargo. Conheceria alguém ainda melhor (segundo minha ótica). E finalmente... “Não”.

...

     Quer saber de uma coisa? Eu desisto! Cansei desse jogo. Ou melhor, cansei deste botão. Que porcaria inútil! Quero meu dinheiro de volta!
     Pelo menos quereria se tivesse pago alguma quantia por isto.
     Entretanto, há uma saída.
     Vou ficar só no Continue...


Angelus.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

9 Nova participação no debate "4 por 4"




Mais uma vez fui convidado pela blogueira Emíliana, do As Histórias de Emília, para participar do debate 4 por 4. Desta vez o assunto foi a situação do trânsito no país. Pedi licença para publicar o texto também aqui, mas peço aos meus amigos e leitores que prestigiem o debate completo. Lá, encontrarão informações que complementam, e muito, minha exposição.
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     Poluição sonora. Poluição do ar. Filas quilométricas de carros. Falta de respeito. Violência. Esses são apenas alguns dos atributos do trânsito nas grandes cidades do país e parece que a situação não vai mudar tão cedo.

     Não vai mudar porque as pessoas não vão abrir mão da comodidade do seu carro para se espremerem dentro de um ônibus lotado e mal conservado. Fale-se muito nisso: o uso do transporte coletivo para diminuir o número de carros; uso de bicicletas para não poluir o ar... Seria uma ótima solução se não fosse inviável no momento.
     O transporte coletivo está caindo aos pedaços e não há ciclovias o bastante. E o tal dia mundial sem carro é uma piada de mau gosto. Então como acabar com o caos do trânsito?
     Para esse problema, parece que parte da resposta já está clara. Basta fornecer um transporte coletivo digno e ciclovias seguras. Basta que se empenhem para isso. Mas tem outro ponto mais complicado de solucionar, que é a conscientização dos motoristas.
     É incrível como uma pessoa se transforma ao se sentar atrás de um volante. É quase uma batalha para ultrapassar os outros e ver quem chega mais rápido ou quem pega aquela vaga primeiro. 

     Distinção entre homens e mulheres no volante não importa muito, ao meu modo de ver. O pior motorista é aquele que se acha melhor que os outros. E é justamente este que faz as maiores “cagadas”, com o perdão da palavra.
     Sendo assim, o trânsito tem chances de se tornar menos perigoso. Mas vai levar tempo e dinheiro para isso acontecer. Muitas leis ainda precisam ser revistas e muita gente ainda vai quebrar a cara (infelizmente).

confira o debate completo em:

Angelus.